Detalhe de uma fotografia de um disco rígido magnético. Imagem de fernando zhiminaicela no Pixabay.

Para Onde Foi O Big Data?

A atual Revolução Industrial, da qual a Pesquisa de Mercado participa ativamente, depende de uma série de fatores sem os quais não poderia se sustentar. Um de seus insumos, e simultaneamente um de seus produtos, são os dados e as informações. No entanto, é fácil perceber que, ao longo dos anos, a quantidade desses insumos se tornou cada vez maior. Antes, dependendo de ferramentas analógicas como papel e tinta, o volume de dados era bastante limitado e restrito às capacidades dos meios físicos.

Hoje, com a capacidade de armazenar bancos de dados em mídias virtuais, a necessidade de grandes espaços de armazenamento e longos tempos de consulta e análise praticamente desapareceu. Pelo contrário, estamos agora em um cenário que, embora imaginássemos no final do século passado, assume um novo significado por ser uma realidade. Referimo-nos às enormes quantidades de dados disponíveis. Por isso, hoje listamos quatro lições que podemos aprender com o acesso ao Big Data.

Coleta de Dados. Vivemos em um mundo onde é impossível não deixar uma pegada digital. A maioria das nossas atividades diárias envolve a interação com pelo menos um dispositivo conectado à internet ou a um dispositivo de armazenamento local. A cada segundo, uma quantidade absurda de dados e informações é coletada, permitindo-nos identificar padrões de consumo e segmentos de mercado com um nível de detalhamento que pode ser bastante alarmante. Portanto, vale a pena conhecer as melhores ferramentas para trabalhar com esses dados em Market Research.

Armazenamento. Embora possa parecer contradizer as linhas iniciais deste post, a realidade é que tanto o espaço físico quanto o virtual são finitos. No âmbito físico, os servidores onde os bancos de dados são armazenados geralmente estão localizados em países específicos, o que pode causar atrasos no acesso e uso em regiões distantes. No âmbito digital, devemos considerar as limitações de capacidade de armazenamento e a vida útil dos dispositivos usados ​​para esse fim, como pen drives e discos rígidos externos.

Limpeza. Já constatamos que os bancos de dados aos quais temos acesso hoje são compostos por um número enorme de registros. Muitas vezes, esses documentos são tão extensos que exigem o uso de linguagens de programação ou softwares dedicados para lidar com tantos casos. O desafio agora não é alcançar o maior número possível de cenários para alimentar modelos e cálculos estatísticos robustos. Neste momento, o mais valioso e estratégico é saber identificar os dados que realmente descrevem um determinado fenômeno.

Treinamento. Atualmente, estamos imersos no processo de aprimoramento das ferramentas de aprendizado de máquina na forma de Inteligência Artificial. Um passo adiante nessa revolução se materializa no processo de introduzir o máximo possível de intervenção humana para criar plataformas de análise e desenvolvimento que produzam resultados tão precisos quanto os humanos. Este último ponto está no centro de uma série de debates legais, éticos e morais que ainda precisam ser resolvidos.

O Big Data pode ter perdido sua posição dominante como foco da atenção pública. No entanto, ele está na base de muitos processos e ferramentas que estão sendo desenvolvidos atualmente. Com o tempo, podemos acumular uma quantidade ainda maior de dados, o que nos leva a questionar se é realmente necessário compilar um volume tão massivo de informações. Portanto, agora dependemos do julgamento e da experiência dos analistas para encontrar a agulha no palheiro que é o enorme volume de dados a que temos acesso hoje.

Na Acertiva, acompanhamos a evolução desse cenário ao longo dos anos. Graças às nossas duas décadas de experiência no setor, podemos oferecer uma equipe de analistas que compreendem essa realidade e fornecem uma gama de soluções personalizadas para as suas necessidades específicas. Temos presença na LATAM por meio de nossos escritórios no Brasil e no México. Entre em contato conosco e vamos começar a escrever sua próxima história de sucesso hoje mesmo.



Detalhe de uma fotografia de um disco rígido magnético. Imagem de fernando zhiminaicela no Pixabay.

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